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Venda no varejo restrito sobe 13,9% em maio ante abril, acima do esperado


É a maior alta da série histórica da pesquisa, iniciada em janeiro de 2000, mas repõe só parte das perdas de março e abril Com o relaxamento das medidas de isolamento social, o volume de vendas no varejo restrito — que exclui o comércio de veículos e de materiais de construção — cresceu 13,9% em maio, frente a abril, com ajuste sazonal, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se da maior alta do varejo restrito na série histórica da pesquisa, iniciada em janeiro de 2000.

O resultado, porém, repõe apenas uma parcela das perdas registradas em março deste ano (de -2,8% frente a fevereiro, com ajuste) e em abril (de -16,3%, número revisado de -16,8% anteriormente divulgado).
Reabertura do comércio em Duque de Caxias (RJ)
Hermes de Paula / Agencia O Glob/Agência O Globo

O desempenho ficou acima da mediana das estimativas de 32 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, de alta de 5,7% frente a abril. Superou também o intervalo de projeções, que ia de +0,9% a +10%.

De acordo com a pesquisa, as vendas do varejo restrito foram 7,2% menores em comparação a maio do ano passado, o que ajuda a revelar o longo caminho ainda a ser percorrido para recuperar as perdas provocadas pelas medidas de enfrentamento da pandemia.

O setor passou a acumular queda de 3,9% no ano e estabilidade pelo indicador de 12 meses.

O IBGE divulgou ainda a receita nominal (sem desconto da inflação) do varejo, que cresceu 9,9% frente a abril, pela série ajustada sazonalmente. Frente a maio do ano passado, a receita nominal cai 5,2%.

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