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Custo final de empréstimo de R$ 14,8 bi ao setor elétrico cai para CDI + 3,8%


Operação envolve 16 bancos e teve a adesão de 50 distribuidoras O custo total estimado da “Conta Covid”, empréstimo emergencial de R$ 14,8 bilhões ao setor elétrico, foi reduzido para CDI + 3,79%, informou há pouco a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), responsável pela gestão da operação financeira.

O valor é composto pela taxa de juros, equivalente a CDI + 2,8%, e pelas comissões de estruturação, de 2,5% sobre o valor contratado.

Ainda de acordo com a CCEE, 16 bancos participarão da operação: ABC Brasil, Alfa, Banco do Brasil, BNDES, BOCOM BBM, Bradesco BBI, BTG, CCB, Citibank, Credit Suisse, Itaú BBA, JP Morgan, Safra, Santander, SMBC e Votorantim.

Criada para socorrer o setor elétrico diante dos prejuízos causados pela pandemia, a “Conta Covid” teve adesão de 50 das 53 distribuidoras atuantes no país. Conforme a regulamentação da operação, os empréstimos terão carência até julho de 2021, e vencimento em dezembro de 2025. A composição dos aportes ainda será definida, mas os bancos públicos serão responsáveis por 29% da oferta e, os privados, por 71%.

Agora, a CCEE aguarda o despacho da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que aprova o valor total da operação, bem como a minuta dos contratos por parte das instituições financeiras e a assinatura dos documentos. Em seguida, serão feitos os registros dos instrumentos contratuais para a liberação do desembolso. A expectativa é de que os repasses às distribuidoras possam ocorrer até o fim de julho.

Henrique Manreza

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